A batalha dos deuses (9° parte)


 Que a paz esteja com todos,


O SENHOR disse a Moisés: “Erga a sua mão para o céu, e a terra do Egito ficará na escuridão. A escuridão será tão forte que poderá ser apalpada!”
 Moisés ergueu a mão para o céu, e por três dias houve densas trevas em todo o Egito.
 Durante esses três dias, as pessoas não podiam ver umas às outras, e ninguém pôde sair do seu lugar. Mas onde os israelitas moravam não faltou luz. (Êxodo, 10.20-23)


  Chegamos na penúltima praga aonde Deus anuncia que a terra do Egito ficará em escuridão total por 3 dias.  Quando nós ficamos sem energia elétrica em nossos dias é muito complicado. Imagino para os egípcios ficaram na escuridão total, A Bíblia nos relata que a escuridão era total que ninguém poderia sair do lugar!

Para os egípcios, todas as noites, quando o sol se punha, significava que Rá travaria mais uma grande batalha contra a serpente do caos, Após. Segundo o Adua, que significa “O livro de como é no submundo”, que apareceu completo pela primeira vez na tumba de Tutes III, no Vale dos Reis, o submundo era dividido em 12 horas que Rá precisava enfrentar para no outro dia reaparecer novamente no horizonte, saindo vitorioso de mais uma batalha. O Adua dava detalhes do que o deus iria encontrar durante a jornada de 12 horas no Douat. Douat era um lugar de trevas onde existiam diversos demônios, conhecido também como submundo. Assim como Rá, os Faraós começaram a associar o Adua com a sua própria vida, e o livro servia para que o Faraó morto soubesse os nomes dos deuses bons e ruins que iria encontrar na passagem junto com Rá. Houve outras versões como o Livro dos Portões, em que as 12 horas são colocadas como 12 portões.

 E por isso que Deus deixa o Egito durante 3 dias completa escuridão, para derrotar o deus Rá.

Quem era o deus Rá?

Na quinta dinastia (2494-2345 aC), ele já havia se tornado o deus principal da antiga religião egípcia e era identificado com o sol do meio-dia. O significado do nome é incerto, mas acredita-se que se não for uma palavra para “sol” podendo ser uma variante ou estar vinculado a palavras que significam “poder criativo” e “criador”.
O principal centro do culto de Ra era Heliópolis (chamada Imune, “Lugar de Pilares”, em egípcio), onde ele era identificado com o deus-sol local Atum. Através de Atum, ou como Atum-Ra, também era visto como o primeiro ser e o autor da Enéade, composta por Shu e Tefnut, Geb e Nut, Osíris, Set, Ísis e Néftis.
Nos textos das pirâmides, Rá e Hórus são claramente distintos (por exemplo, Hórus remove para o sul do céu o trono de Rá), Mas nos tempos dinásticos do Egito, Ra foi fundido com o deus Hórus, como Re-Horakhty (“Rá, que é Hórus dos Dois Horizontes”). Ele era soberano de todas as partes do mundo criado: O céu, a terra e o submundo. Ele foi associado com o falcão ou gavião. No Império Novo o deus Amon ganhou destaque e foi fundido com Rá como Amon-Rá. Durante o Período de Amarna, Akhenaten suprimiu o culto de Rá em favor de outra divindade solar, Aton, o disco solar deificado, mas após a morte de Akhenaten, o culto de Rá foi restaurado.
O culto ao touro Mnevis, uma encarnação de Ra, teve seu centro em Heliópolis, onde havia um terreno (cemitério) onde enterravam formalmente os touros sacrificados.
Acreditava-se que todas as formas de vida foram criadas por Ra, que as chamou à existência, falando seus nomes secretos. Alternativamente, os seres humanos foram criados a partir das lágrimas e suor de Rá e por isso os egípcios se autodenominavam “Gado de Rá”.
O mito da Vaca Celestial descreve como a humanidade conspirou contra Ra e como ele enviou o seu olho, na forma da deusa Sekhmet para puni-los. Ela se tornou sanguinária e só foi pacificada com a mistura de cerveja e tinta vermelha.


RÁ era a antiga divindade solar egípcia.
PNa quinta dinastia (2494-2345 aC), ele já havia se tornado o deus principal da antiga religião egípcia e era identificado com o sol do meio-dia. O significado do nome é incerto, mas acredita-se que se não for uma palavra para “sol” podendo ser uma variante ou estar vinculado a palavras que significam “poder criativo” e “criador”.
O principal centro do culto de Ra era Heliópolis (chamada Imune, “Lugar de Pilares”, em egípcio), onde ele era identificado com o deus-sol local Atum. Através de Atum, ou como Atum-Ra, também era visto como o primeiro ser e o autor da Enéade, composta por Shu e Tefnut, Geb e Nut, Osíris, Set, Ísis e Néftis.
Nos textos das pirâmides, Rá e Hórus são claramente distintos (por exemplo, Hórus remove para o sul do céu o trono de Rá), Mas nos tempos dinásticos do Egito, Ra foi fundido com o deus Hórus, como Re-Horakhty (“Rá, que é Hórus dos Dois Horizontes”). Ele era soberano de todas as partes do mundo criado: O céu, a terra e o submundo. Ele foi associado com o falcão ou gavião. No Império Novo o deus Amon ganhou destaque e foi fundido com Rá como Amon-Rá. Durante o Período de Amarna, Akhenaten suprimiu o culto de Rá em favor de outra divindade solar, Aton, o disco solar deificado, mas após a morte de Akhenaten, o culto de Rá foi restaurado.
O culto ao touro Mnevis, uma encarnação de Ra, teve seu centro em Heliópolis, onde havia um terreno (cemitério) onde enterravam formalmente os touros sacrificados.
Acreditava-se que todas as formas de vida foram criadas por Ra, que as chamou à existência, falando seus nomes secretos. Alternativamente, os seres humanos foram criados a partir das lágrimas e suor de Rá e por isso os egípcios se autodenominavam “Gado de Rá”.
O mito da Vaca Celestial descreve como a humanidade conspirou contra Ra e como ele enviou o seu olho, na forma da deusa Sekhmet para puni-los. Ela se tornou sanguinária e só foi pacificada com a mistura de cerveja e tinta vermelha.
EM TANIS, arqueólogos encontraram esqueletos de falcões dentro de pequenas jarras. Nekhen, a Hieracômpolis dos gregos, teve um deus falcão como sua divindade local e o nome da cidade significa justamente Cidade do Falcão.
SEGUNDO A LENDA — nos conta o egiptólogo Alan Shorter — a cada manhã Rá surgia por trás de Manu, a montanha da aurora e singrava os céus em sua barca dos milhões de anos, acompanhado pelos deuses de seu séquito.
ACREDITAVAM ALGUNS QUE Rá envelhecia no decorrer do dia. De manhã, era uma criança recém-nascida, ao meio-dia um herói na plenitude da vida e, no crepúsculo, um velho cambaleando, com passos incertos, rumo ao Ocidente. O deus utilizava duas barcas. Durante o dia, ele cruzava os céus a bordo da barca Manjet, mas, ao entardecer, ele tomava uma outra barca, chamada Mesektet, para a sua viagem noturna, jornada que o levava pelas regiões do inferno


 Deus mostrou para os egípcios que o sol, era somente mais uma criatura do Deus poderoso de Israel.
E a cidade não tem necessidade de sol nem de lua para iluminá-la, porque a glória de Deus a ilumina e o Cordeiro é a sua candeia. A luz dela iluminará as nações da terra, e os governantes do mundo virão trazer-lhe a sua glória. (Apocalipse, 21.23-24)


  Esse versículo de Apocalipse mostra mais uma vez, que o sol é apenas mais uma criatura que Deus criou. Pois quando Jesus voltar a Nova Jerusalém não vai precisar do sol pois Deus vai brilhar sobre toda a cidade. Pela penúltima vez Deus saiu vitorioso mais uma vez.


Tenha uma semana de vitória para você e sua família.

Diante do Trono - Sol Da Justiça - DVD Sol da Justiça


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