domingo, 1 de fevereiro de 2015

Um dia de dor vale uma vida de Glória!


Amados irmãos,
Que a Paz esteja convosco!


É uma imensa honra ser chamado por Deus para ministrar a primeira Mensagem de Primícia de 2015. E não há melhor forma de começar com uma frase de Louis Zamperini, que é exatamente a frase título da mensagem de hoje. Zamperini foi um maratonista americano alistado para lutar na Segunda Guerra Mundial. Um dia, a aeronave que transportava Zamperini foi abatida e caiu em pleno oceano. Louis Zamperini ficou setenta dias boiando sob um bote no meio do oceano, em pleno nada!

O que poderia ser a salvação de Zamperini, foi apenas o começo de seu sofrimento. Um navio japonês (inimigo dos americanos na Segunda Guerra Mundial) resgatou Zamperini e ele foi levado como prisioneiro de guerra, ficando sob o cárcere japonês por dois anos. Durante este período, Zamperini era submetido diariamente às mais terríveis torturas... Em vez de se suicidar, de desanimar, de desistir; Louis Zamperini foi juntando forças de sua fraqueza. Viveu um horror implacável. Após o término da Guerra, Zamperini não entrou em depressão, e nem ficou louco ou traumatizado, como era comum aos sobreviventes de guerra... Zamperini se tornou um maratonista e campeão olímpico. Faleceu em Julho de 2014, com mais de 90 anos, atuando como palestrante motivacional que testemunhou a sua superação em vários países do globo. 

A Palavra do Senhor diz em Gênesis 50.22-26: "José, pois, habitou no Egito, ele e a casa de seu pai; viveu cento e dez anos. E viu José os filhos de Efraim, da terceira geração; também os filhos de Maquir, filho de Manassés, nasceram sobre os joelhos de José. Depois disse José a seus irmãos: Eu morro; mas Deus certamente vos visitará, e vos fará subir desta terra para a terra que jurou a Abraão, Isaque e Jacó. E José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: certamente Deus vos visitará, e fareis transportar daqui os meus ossos. Assim morreu José, tendo cento e dez anos de idade; e o embalsamaram e o puseram num caixão no Egito".

Quando estamos vivendo um sofrimento, a sensação que temos é de que a nossa dor nunca se findará. O sofrimento, a dor e as aflições que José enfrentou no Egito foram terríveis. Foi vendido como escravo pelos seus próprios irmãos, longe de sua família foi vítima de calúnia! Injustiçado, foi lançado em uma prisão... Ficou ali por aproximadamente 13 anos, visto que quando foi vendido como escravo tinha por volta de seus dezessete anos e quando assumiu o governo do Egito estava com 30. 

Eu fico imaginando, meus irmãos, que foram os treze anos mais longos da vida de José. Parecia que não passava nunca! Treze anos de terror, de medo, de vergonha, de dor, de solidão, de decepção... Muitas coisas deveriam ter se passado sob a cabeça de José... Por quanto tempo mais ele ficaria ali? Seu destino seria a morte? Foram longos treze anos, mas foram apenas treze anos. 

No Governo do Egito, José viveu uma vida extraordinária! Uma vida de amor, de perdão, de reconciliação. Uma vida que deixou muitas marcas tanto no palácio do Faraó, quanto no meio do povo... Uma vida que deixou um grande legado! José livrou o Oriente Médio da fome e da morte. José fez crescer todos os que estavam ao seu redor, abençoou a sua parentela, abençoou o seu povo, adquiriu fama, adquiriu riqueza, adquiriu poder. 

José morreu aos 110 anos... Sendo que José assumiu o Governo aos 30 anos, ele reinou sob o Egito por 80 anos. Foram apenas 13 anos de sofrimento... Você consegue compreender? Louiz Zamperini viveu mais setenta anos depois que regressou do Japão como prisioneiro de guerra... Dois anos de dor, de sofrimento e de tortura não seriam suficientes para ofuscar uma história de Glória! 13 anos de sofrimento, escravidão e sofrimento não foram suficientes para apagar 80 anos de Glória.

O Espírito Santo está nos ensinando neste domingo, que o tempo da Glória e o tempo da Honra são maiores do que o tempo da dor e o tempo da aflição. Amém?! 

Esta é a Palavra que o Espírito Santo traz a nós neste domingo. 

Que Deus te abençoe.

Abraços fraternais
Fábio Luiz.

Testemunho