sábado, 31 de janeiro de 2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A Parábola do Fariseu e o Publicano


Eu lhes digo que este homem [o publicano], e não o outro [o fariseu], foi para casa justificado diante de Deus. Lucas 18.14

Justificação é um termo legal, o oposto de condenação. Os juízes do Antigo Testamento eram instruídos a justificar o inocente e a condenar o culpado. Assim, podemos imaginar a indignação dos fariseus quando Jesus declarou que o publicano pecaminoso fora justificado e que o fariseu correto fora condenado. Estaria Jesus ousando atribuir a Deus uma ação que ele havia proibido a juízos humanos?

Na parábola, os dois atores subiram ao templo para orar. Ali, no entanto, as semelhanças terminam e as diferenças começam.

Primeiro, eles tinham uma opinião completamente diferente um do outro. O fariseu usou o pronome pessoal eu cinco vezes. O publicano, porém, usou-o apenas uma vez e para se acusar: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (v.13). Essa é a linguagem do verdadeiro arrependimento. Além disso, suas opiniões, diferentes entre si, refletiram-se em suas posturas. Ambos estavam em pé (conforme o costume judaico). Mas o fariseu se achava ereto, orgulhoso e ostentoso, preocupado consigo mesmo. Já o publicano “ficou à distância” (v.13), com os olhos baixos e batendo no peito.

E a outra diferença diz respeito às referências sobre as quais baseavam sua confiança em Deus. O fariseu confiava em si, acreditava que era justo, enquanto o publicano confiava somente na misericórdia de Deus.

O arcebispo Thomas Cranmer, em seu “Culto de Comunhão”, de 1552, estabelece deliberadamente a nossa posição, a saber, ao lado do publicano, “não levando em conta nossos méritos, mas perdoando nossas ofensas através de Jesus Cristo”, e dizendo que não temos a presunção de vir à mesa do Senhor confiando em nossa própria justiça, mas em suas “variadas e muitas misericórdias”. Essa forma de oração que supõe uma aproximação humilde se mantém para sempre na linguagem do verdadeiro penitente.
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#Devocional (28/01/2015)



Pr. Theodor Friesen

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

domingo, 25 de janeiro de 2015

Sobre todas as coisas, tema a Deus!


Irmãos e amigos,
Que a Paz esteja convosco!

Provérbios 10.27 nos diz assim: “O temor do Senhor aumenta os dias, mas os perversos terão os anos da vida abreviados

Meus irmãos, quando falamos em temor, Deus não deseja que o temamos como se Ele fosse um tirano, que exerce um poder de déspota sobre nós. Quando a Bíblia fala de temos a Deus, ela quer fizer reverência na Sua presença, obediência à sua vontade, consciência de quem Ele é e adoração constante. O temor do Senhor não é um benefício que vai de nós para Ele, pois Ele não precisa de nossa reverência! Ele é completo em tudo... Antes, é um benefício dEle para nós.

Quero citar aqui, pelo menos, três benefícios ou recompensa de temermos a Deus:

1. Quem teme a Deus tem vida.

A Bíblia nos diz que "O temor do Senhor encaminhará para a vida, aquele o que o tem ficará satisfeito, e não o visitará mal nenhum". (Provérbios 19.23). Esta é uma promessa da Palavra do Senhor!

2. Quem teme a Deus tem sabedoria.

Além de recebermos vida com satisfação, somos também inseridos no caminho da instrução para obtermos sabedoria. Portanto, quem teme a Deus principia neste caminho. Sabedoria que, após sua aquisição resulta em um coração humilde e prudente.

3. Quem teme a Deus tem paz na alma.

Tal vida com satisfação, o qual se definiu como a isenção do mal, e a presença de um caráter humilde e prudente, para os que temem ao Senhor, evidencia-se com grau de sabedoria que é muito prático em todas as áreas de nossa vida. (Como nossas finanças, por exemplo). Assim sendo, teremos paz de alma em um mundo agitado pelo consumismo e pela busca constante de bens materiais.

Portanto, meus irmãos, quem Teme a Deus nunca será confundido por ventos de doutrinas e sofismas deste nosso mundo moderno. Então, O temamos, não porque Ele é tirânico, mas porque seu amor nos constrangeu. Temamos, porque Ele é a fonte de sabedoria, bem como da vida. Temamos, porque Ele nos prometeu as dádivas de uma vida em abundância? Amém?!

Que o Senhor te abençoe e te guarde! Que o Senhor te dê um domingo MARAVILHOSO! 

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#Devocional (25/01/2015)



Vasil Vasilev

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Louvor da semana

Torne-se um discípulo