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domingo, 19 de abril de 2015

O justo e o ímpio


A literatura de sabedoria faz uma distinção clara entre “o justo” e “o ímpio”, além de comparar a sorte presente e o destino futuro de cada um. Com isso, o salmista antecipa o ensino de Jesus sobre os dois caminhos — ou as pessoas seguem pelo caminho largo, que leva à destruição, ou vão pelo caminho estreito, que leva à vida (Mateus 7.13-14).

Os justos prosperarão, embora nem sempre materialmente. Eles são cuidadosos ao escolher as pessoas com quem andam e buscam por conselhos. Eles têm prazer na lei de Deus e constantemente meditam nela. Certamente o povo de Deus continua desfrutando dessa experiência. A meditação diária na Bíblia é nosso incessante prazer. Por isso, somos como árvore plantada junto às águas, e desfrutamos de perpétuo refrigério, alimento e prosperidade.

Mas os ímpios, ao contrário, “perecerão”. Em vez de serem como árvore frutífera e saudável, eles “são como palha que o vento leva”, uma cena bastante comum na Palestina. O trigo era debulhado numa superfície dura e plana, sobre um monte, e exposta ao vento. O trigo era erguido por pás e jogado para cima. Os grãos preciosos então caíam e eram recolhidos, enquanto que as palhas leves eram espalhadas pelo vento. Como disse João Batista acerca do Messias, “Ele traz a pá em sua mão e limpará sua eira, juntando seu trigo no celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga” (Mateus 3.12).

Os ímpios são como palha, pois são secos, inúteis e facilmente levados ou queimados. A árvore está firmemente plantada, porém a palha é instável. A firmeza deveria ser uma característica marcante do povo de Deus.

Pense nisso!
  

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